SOBRE CONCURSOS PARA TRIBUNAIS ELEITORAIS

Mesmo com a aproximação do final do ano e os “batidos” boatos sobre o fim dos concursos, são muitas as oportunidades de vagas que surgem nas esferas federal, estadual e municipal, especialmente, nos Tribunais Eleitorais espalhados por todo o país.

Os TREs, assim como os TRTs, oferecem vários cargos com ótimas remunerações. Isso, sem falar nas excelentes condições de trabalho oferecidas por esses Tribunais, condições essas que propiciam ao servidor a possibilidade de remoção entre diferentes Estados, aumento substancial da sua remuneração se ocupar um cargo em comissão ou uma função de confiança, por exemplo.

Os cargos mais procurados são o de Técnico (nível médio) e Analista Judiciários (nível superior), pela grande quantidade de vagas oferecidas, e porque é muito comum um determinado Tribunal anunciar no edital 20 vagas para preenchimento imediato e convocar centenas de candidatos ao longo da validade do concurso.

Atualmente, temos diversos concursos para TREs, já autorizados e aguardando a publicação dos editais. Entre eles temos: TRE-CE, TRE-PR, TRE-SP, TRE-RJ, entre outros.

Uma ótima oportunidade é o TRE-PE, que abriu edital recentemente para o provimento de 32 vagas nos cargos de Analista Judiciário (11 vagas) com salário inicial de R$ 6.611,39 e Técnico Judiciário (21 vagas) de R$ 4.052,96. Além disso, serão oferecidas outras vantagens e gratificações como o auxílio-alimentação no valor de R$ 599,21. As inscrições vão até o dia 04/11 e as provas serão realizadas na data provável de 11/12/2011, nas cidades de: Recife, Caruaru, Serra Talhada e Petrolina.

Além dos TREs, o concurso para o TSE vem sendo aguardado com bastante ansiedade por muitos concurseiros e cursos preparatórios. O concurso já foi autorizado e o edital deve ser publicado em novembro. A Consulplan será a empresa responsável por esse certame. Vale lembrar que no último concurso realizado em 2006 foram chamados 725 candidatos durante a sua validade.

Findo essas informações técnicas, é importante destacar algumas dicas sobre:

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Para uma preparação eficiente e eficaz, é importantíssimo que o candidato domine pelo menos os tópicos mais cobrados das matérias consideradas básicas (Português, Direito Administrativo e Direito Constitucional) e depois passe para as disciplinas específicas (Direito Eleitoral, Direito Civil, Regimento Interno etc.).

PLANEJAMENTO DE ESTUDO

É muito simples organizar o estudo a partir dos concursos passados. Para isso, basta baixar os últimos editais (entre cinco ou seis editais) e fazer o mapeamento dos tópicos mais cobrados em cada matéria, ou seja, o candidato pode criar seu próprio CONTEÚDO PROGRAMÁTICO. Dessa maneira ficará fácil observar aqueles tópicos que estão sendo mais explorado pela banca. Porém, se na publicação do edital surgir algo novo é só acrescentá-lo ao material. Isso vai trazer mais economia de tempo e menos ansiedade até o dia da prova. Para os exercícios de questões, é suficiente fazer a mesma coisa com as provas, só que as questões podem ser de outras áreas, pois o conteúdo é o mesmo.

ORGANIZADORA

Ultimamente a FCC vem sendo a responsável pela maioria dos concursos para Tribunais, e quem gosta de analisar questões elaboradas por essa banca, já notou que aquela lenda sobre a FCC ser a famosa “Fundação copia e cola” é coisa mesmo do passado. Pois é... Tudo na vida muda (moda, tecnologias, música, cinema...), e com as organizadoras de concursos públicos não seria diferente, então nada de ficar ventilando boatos sem um conhecimento prévio, mesmo porque para saber a simples literalidade das leis ((letra seca) é necessário estudar de verdade (ler muito) e não apenas se apegar ao ultrapassado estilo “decoreba”. Quanto a Consulplan, apesar da experiência dessa organizadora se restringi a concursos na esfera estadual e municipal, pelo menos o estilo de cobrança das questões (múltipla escolha) é igual à FCC, ficando mais simples, portanto, estudar para ambas.

MATERIAL DE ESTUDO

Como já dizia o velho poeta: “Se conselho fosse bom, ninguém dava de graça.”, mas nesse caso eu faço questão de dar e repetir, que o melhor amigo do concurseiro é o livro. Uma apostila de boa qualidade e atualizada (muito difícil de encontrar), serviria apenas para um breve resumo, caso oferecesse questões com gabarito comentado. Para quem está iniciando no estudo do Direito Eleitoral, eu indico o livro “Código Eleitoral Anotado pelas Bancas Examinadoras” da Editora Método e os cursos online do Ponto dos Concursos, específicos para Direito Eleitoral e ministrados pelo prof. Ricardo Gomes. Para quem está com a grana curta até para o pagamento da inscrição, aconselho utilizar o site do STE (http://bit.ly/nMPIvO) e baixar o código eleitoral anotado e a legislação complementar. Além de reforçar o aprendizado, trabalhando na resolução de provas passadas.

Assim, seguindo um planejamento detalhado, abordando todos os tópicos exigidos para os concursos de Tribunais Eleitorais, praticando e simulando o dia da prova (melhora sua atenção e a administração do tempo na hora da prova real), qualquer candidato estará apto também para prestar provas para outros tribunais (TRTs, TRFs, MPs, TJs...) ou concursos que cobrem suas disciplinas básicas.

RESUMO DA ÓPERA - Não podemos esquecer que 2012 é ano eleitoral (eleições municipais) e com toda certeza a grande máquina eleitoral vai exigir mão-de-obra reforçada. Então, nada de desânimo, é hora do concurseiro sério agarrar com unhas e dentes essas oportunidades.

FONTENELE é um concurseiro que está focado nos concursos para Tribunais Eleitorais.

IMPORTANTE - Os textos publicados nesse blog são de inteira responsabilidade dos seus autores em termos de opiniões expressadas. Além disso, como não contamos com um(a) revisor(a) de textos, também a correção gramatical e ortográfica é de inteira responsabilidade dos mesmos.
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Métodos de estudo que nos engessam

Às vezes (na maioria das vezes pra falar a verdade), eu faço algum concurso e não dá certo. Eu me esforço, leio o mais que posso as matérias nos livros, nos meus resuminhos e faço exercícios. Não tem jeito. Nem sempre eu vou bem. Nem sempre eu consigo acertar a pontuação para ficar no cadastro de reserva. Não há nenhum demérito nisso, pois eu estou dando minha cara a tapa. Ademais, só consegue quem tenta. Se você não tentar, não saberá se pode um dia vir a conseguir passar.

Ocorre que, quando essas coisas acontecem, saímos derrotados das provas. Até o concurseiro mais motivado sai aborrecido, pois fez tanto esforço e abriu mão de tantas coisas a troco de nada. Bem, não é a troco de nada, pois toda prova é um aprendizado pra nós. Por outro lado, ninguém quer ficar vivendo só de aprender coisas, mas de detonar também, não é verdade?

Quando isso acontece, é muito normal que a gente fique se questionando: “onde foi que eu errei?” Tendemos a repassar tudo sem entender bem o que aconteceu. Às vezes, graças a Deus, é fácil identificar o equívoco; noutras, não conseguimos. Aí, começamos a colocar em cheque tudo de bom que já fizemos por nós mesmos.

Duvidamos do nosso próprio conhecimento, da nossa capacidade de absorção, de reflexão, de memorização, de raciocínio. Às vezes, o método de estudos estava errado e, em outras vezes, não estava.

Você deve estar pensando: ué? Então, por que não deu certo? Em alguns casos, é porque o método que você usa precisa de tempo para funcionar. Não podemos esquecer de que o estudo para concursos é projeto de longo prazo e que o conhecimento precisa ser agregado e sedimentado lentamente. Não de modo lento demais, mas em uma velocidade que não condiz exatamente com a nossa vontade de vencer logo.

Pois é...mas muitos de nós, em meio a esse turbilhão de emoções, não percebemos essas coisas. Não entendemos essas nuances do aprendizado e nos questionamos demais. Começamos a experimentar novos métodos de estudo. Se dizem pra nós que algo funciona, tratamos logo de querer fazer que esse algo funcione com a gente também. Quer um exemplo? Quando comecei a estudar, falavam que estudar por áudio era algo muito bom, que era uma maravilha. Eu tentei, pois não havia ido bem nos meus primeiros concursos, mas não teve jeito. Nem com reza brava eu consegui absorver conteúdo assim.

Aí, quando esse método também não funciona, a gente passa a duvidar mais ainda da nossa capacidade de aprender algo. Isso é um grande erro! A gente está sempre aprendendo, principalmente quando percebemos que temos dúvidas. Então, nem sempre ir mal em provas significa que você não está assimilando informação nos seus estudos. Por isso, não há necessidade de mudar radicalmente nossos métodos de aprendizado toda vez que tomarmos bomba em um concurso. Afinal, a bomba pode acontecer por muitas outras razões que não estão relacionadas ao modo de estudar.

RESUMO DA ÓPERA – Conheça a si mesmo(a), seja flexível para conhecer novos métodos de estudos, mas só os aceite se esses não lhe engessarem. Se forem ajudá-lo(a), dê-lhe boas vindas. Se, contudo, seu método antigo se revelava melhor, dê tempo para que esse te ajude a brilhar nos concursos.

RAQUEL MONTEIRO é uma legítima concurseira carioca.

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MULTIFOCAL

Por informações colhidas na Internet, as lentes multifocais – hoje conhecidas também como “lentes progressivas” – tiveram seu início na década de 1950. A proposta delas é corrigir a chamada presbiopia, ou “vista cansada”, problema ocular que acomete aqueles que passam a ter dificuldades para focar tanto objetos perto quanto objetos ao longe. Dizem que, a partir dos quarenta e cinco anos, praticamente todos viram presbíopes.

Com o tempo, passamos a necessitar de óculos que nos façam enxergar adiante. O porquê disso acontecer é assunto da Oftalmologia. A realidade nos obriga a usar de ferramentas apropriadas, a fim de não perdermos o foco, tanto de perto quanto de longe. Penso que essa figura é bastante apropriada para a realidade do concurseiro.

Hoje em dia, fala-se muito em foco. É foco para o trabalho, para os negócios e, evidentemente, para os estudos. “Não saia do foco!”, “seja focado”, “tenha uma meta a conseguir”, e por aí vai. Chega a ser pedante ouvir tantas vezes esse termo, mas ele demonstra uma realidade: quando não se é focado, há desperdício de energia, de recursos e entusiasmo para continuar na luta por algo nessa vida. Já discutimos, em outro artigo, o erro grave de “atirar para todos os lados”: uma hora a munição acaba.

Quero, entretanto, ir além. Baseio-me nas palavras de um dos maiores consultores empresariais do Brasil, Waldez Luiz Ludwig, em entrevista ao programa “Sem Censura” da TV Brasil. Ele recomendou o “multifoco”: ter, sim, uma meta consolidada, mas saber olhar para outros horizontes que não te tirem da meta principal. Isso é inovar, é fazer algo que vai produzir resultados.

Com a analogia às lentes multifocais – isso, sim, trazido agora por mim – é preciso enxergar perto e ao longe. Ao vislumbrarmos o “perto”, precisamos analisar o que é necessário mudar em nossa rotina para que vitórias parciais possam ser alcançadas e impulsionem a meta principal. Seja um “concurso escada”, um emprego em área de afinidade, uma constituição de poupança para a aquisição de bons materiais de estudo e para manter as contas necessárias em dia, enxergar de perto trará muitos benefícios. É importante se fixar em algo que, sim, vai consumir energia, mas não “toda a energia” para a conquista da meta maior. Ao vislumbrarmos o “longe”, isso nos move a continuar, a ter uma razão para toda a luta. Nisso se centra o principal da energia de um concurseiro sério: evidentemente, não é o “concurso dos sonhos”, mas sim o que se pode alcançar através de um concurso importante.

RESUMO DA ÓPERA - Olho no peixe, outro no gato. Faróis de milha, mas faróis curtos também. Um não vive sem o outro. Seja multifocal.

CLEBER OLYMPIO, concurseiro que aprendeu a enxergar de perto e de longe.

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De vez em quando é preciso fazer milagres

Esse pequeno lagarto da foto é o Basilisco (Basiliscus basiliscus), uma espécie encontrada comumente próximo a rios e lagos nas selvas das Américas central e do sul. A característica que torna essa espécie muito especial dentre todas as outras espécies de lagartos é sua curiosa habilidade de correr sobre a água sem afundar, habilidade essa que lhe rendeu, inclusive, o apelido em inglês de Jesus Christ lizard (lagarto Jesus Cristo). Só que não há nenhum milagre envolvido nessa habilidade, apenas uma combinação ótima de física dos fluídos e caracterísiticas fisiológicas do pequeno réptil.

De um lado temos a famosa Tensão Superficial da Água, algo que leva a superfície do líquido a se comportar como se fosse uma membrana elástica. De outro temos a descoberta de que o pequeno réptil possui uma fileira de escamas ao redor de cada dedo que aumenta a área da pata, que lhe permite tirar vantagem da Tensão Superficial da Água para correr sobre o líquido sem afundar.

"Mas o que tem a ver esse papo de Globo Repórter com concursos públicos?"

Em poucas palavras ... concurseiros têm que fazer exatamente isso, lançar mão de características muito próprias e utilizá-las em conjuntos com fatores ambientais para fazer coisas que mais parecem milhagres.

Querem exemplos? Vamos lá.

EXEMPLO 1 - Lidiane trabalha em uma loja de shopping e foi recentemente transferida de turno de trabalho pelo gerente para o turno da noite, obrigando-a a abandonar o cursinho para concursos que vinha fazendo.

Como agora ela começa a trabalhar só no começo da tarde, poderá fazer um cursinho pela manhã ou mesmo estudar sozinha de forma muito mais eficiente, pois estará descansada, ao contrário do que vinha acontecendo antes.

EXEMPLO 2 - Marcos foi demitido recentemente da empresa onde trabalhava há alguns anos. Apesar de não gostar muito do trabalho e por isso já vir estudando um pouco para concursos públicos há algum tempo, a demissão o pegou de surpresa.

Se ele precisava de algo que o fizesse decidir estudar sério para concursos públicos, agora não precisa mais. É como diz o velho ditado, "Há males que vêem para o bem". Não são poucos os servidores que tiveram em uma demissão inesperada o impulso que faltava para se dedicarem de verde aos estudos para concursos públicos.

RESUMO DA ÓPERA - Observe seu ambiente e tenha consciência do que acontece com você para que seja possível fazer algumas dessas combinações "milagrosas", que somente existem porque o concurseiro quer e circunstâncias muito específicas permitem.

CHARLES DIAS é o Concurseiro Solitário.

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"Não tenho tempo, simplesmente, não tenho!"

Li em algum lugar que o "Não tenho tempo!" é um dos maiores males do mundo contemporâneo ... e concordo.

Li em algum outro lugar algo como "O tempo não exite do modo exato como acreditamos, algo que é invenção dos suíços para vender relógios" ... e concordo.

Pois bem, falta de tempo para estudar e fazer tudo o mais que se precisa fazer parece ser característica caracteristica onipresente no meio concurseiro. Mas será que que estuda para concursos públicos tem mesmo de ser vítima desse mal? Analisemos com mais cuidado essa questão.

Algo que quase todos que alegam não ter tempo para nada têm de comum é o mau gerenciamento do tempo. Entenda por mau gerenciamento a aplicação descuidada e nada planejada do tempo que se tem disponível, um grande pecado, um crime hediondo.

O tempo é como um salário que recebemos diariamente e temos de utilizar para adquirir tudo o que precisamos e queremos, mas somos mais cuidadosos com nossos salários monetários que com nosso salário real (exceto para quem gasta mais do que ganha, claro). Só que diferente do dinheiro, que podemos tomar emprestado, achar, ganhar ou algo assim, o tempo não permite tais "colheres de chá". Temos 24 horas em um dia, cada um de nós, e temos de nos virar com esse tempo e ponto final.

Note que gerenciamento é diferente de planejamento. Gerenciar é organizar e direcionar, enquanto planejar é coordenar as coisas visando um resultado futuro.

Erros de gerenciamento - Ocorrem quando o concurseiro não determina com exatidão o quê, quando e por quanto tempo fará as coisas. Começa por não ter hora fixa para acordar, passa por não determinar de que horas a que horas estudará e termina por não ter hora fixa para domir. Vida de concurseiro deve ser o mais disciplinada possível, algo bem militar mesmo. Se o concurseiro tem horas para fazer as coisas, não lhe faltarão horas para fazer o que precisa e meso o que quer fazer;

Erros de planejamento - Estudar para concursos públicos é um projeto de longo prazo, isso é fato. Hora, qualquer projeto de curto, médio ou longo prazo deve ser planejado com antecedência nos mínimos detalhes, a fim de se minimizar as chances de algo dar errado. Estudar para concursos públicos não foge dessa regra, inclusive e principalmente na questão do tempo alocado para os estudos em geral para cada certame que se prestará e também para cada matéria que terá de ser estudada.

Dicas para ter tempo

Vejamos agora algumas dicas muito práticas de como não cair na armadilha do "Não tenho tempo, simplesmente, não tenho!".

Dica 1 - Não deixe coisas para fazer acumularem;

Dica 2 - Para evitar acumular coisas para fazer, evite de se comprometer fazer mais coisas do que pode dar conta em um dia;

Dica 3 - Para evitar acumular mais coisas para fazer em um dia e, assim, que se acumulem, aprenda a dizer não para os outros e para si mesmo.

RESUMO DA ÓPERA - Quem estuda sério para concursos públicos tem de fazer tudo e um pouco mais para ter tranquilidade para estudar com qualidade. A falta de tempo para fazer as coisas é um "tirador" de tranquilidade fortíssimo, mas que no entanto pode ser evitado com o bom gerencialmente e planejamento sensato do uso do tempo.

CHARLES DIAS é o Concurseiro Solitário.

IMPORTANTE - Os textos publicados nesse blog são de inteira responsabilidade dos seus autores em termos de opiniões expressadas. Além disso, como não contamos com um(a) revisor(a) de textos, também a correção gramatical e ortográfica é de inteira responsabilidade dos mesmos.
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RESENHA ESPECIAL - "CONCURSOS FAÇA SEM MEDO" DE FERNANDO ELIAS JOSÉ

Para concurseiros que não sabem como enfrentar a barra duríssima que é estudar para concursos públicos, que sentem culpa por ainda não ter passado, dúvidas se poderá mesmo passar e ser em possado, que é assombrado por pensamentos ruins e pessimistas ... você PRECISA conhecer esse livro!

Autor: Fernando Elias José
Editora: Artes e Ofícios Editora
Ano: 2011
Páginas: 120
ISBN: 978-85-7421-193-0

Já resenhei muitos livros aqui no blog, todos muito bons (mesmo porque não perderíamos tempo resenhando livros não tão bons), mas apenas alguns entraram na minha lista de "Leitura/estudo indispensável". Pois bem, o livro que resenho hoje é um desses que entraram nessa lista muito exclusiva, visto que vale muito mesmo a leitura para qualquer concurseiro sério.

Muitos ao ver o título e capa desse livro podem torcer o nariz resmungando "É somente mais um livro de auto-ajuda para concurseiros" ... ledo engano, visto as pouco mais de uma centenas de páginas dessa obra trazem muito mais que simples auto-ajuda, lançando luz sobre muitos conflitos internos que atormentam 99,99% dos concurseiros.

O livro é pequeno, a capa é divertida, os desenhos que o ilustram simpáticos. Muito bem produzido, com capa de material acetinado, papel de ótima qualidade,impressão muito boa com fontes fáceis de serem lidas.

Mas antes de falar do conteúdo do livro, afinal de contas, isso é o que importa no final, conheçamos o autor. Fernando Elias José é psicólogo, especialista em psicoterapia cognitivo-comportamental membro da Sociedade Brasileira de Terapias Cognitivas, trabalha com preparação de pessoas para provas e concursos há mais de uma década. Ou seja, ele tem formação acadêmica e bagagem profissional para garantir que o que escreveu em seu livro não é blá-blá-blá de auto-ajuda.

Vamos ao que interessa, o livro. A obra é dividida em quatro partes, vejamos.

Primeira parte - Conceitos da psicologia cognitiva-comportamental

Essa parte faz o papel de introdução ao livro, que tem bases na famosa Psicologia Cognitiva-Comportamental, que é um ramo da Psicologia que "com base em comprovado saber específico sobre os diferentes transtornos e em conhecimento psicológico a respeito da maneira como seres humanos modificam seu comportamento, têm por fim uma melhora sistemática dos problemas tratados". Não se assuste com todo esse palavrório, que apenas complica o que na realidade é simples e prático. Por ser introdutória, é uma parte bastante curta e em momento algum peca pela falta de clareza.

Segunda parte - Dicas práticas cognitivas e comportamentais

Temso nessa parte, que ocupa o maior número de páginas do livro, mais de cinquenta problemas enfrentados por concurseiros dos mais diversos níveis de experiência e realidades. Tais problemas são identificados, dissecados, analisados e então é proposta uma forma de resolvê-los. Ao final de cada problema apontado há um pequeno quadro de "Lembre-se" com os pontos chaves abordados.

Ao invés de ficar falando e falando a respeito dessa parte, acho muito mais prático trazer um exemplo real do que você lerá nesse livro, assim você poderá me entender de forma muito mais eficiente. Vamos lá.

"TEMPO PARA PASASR NO CONCURSO NÃO EXISTE

Este tópico é muito discutido entre os candidatos, desde os que prestam vestibular até os de outros níveis de escolaridae. A maioria necessita passar em um tempo predeterminado, em função de dinheiro, cobrança dos familiares, cobranças internas, etc. Contudo, o que observamos é que, se você se cobrar um tempo em razão das comparações com outras pessoas que já passaram, isso acaba temdo um efeito negativo em sua preparação.

Sabe-se que, na verdade, existe uma média de tempo para passar, mas que acaba variando em cada caso. Se você se dedica com responsabilidade e determinação, não se engane, nem aos outros, conseguirá um resultados em um tempo menor do que aqueles que ficam muitas vezes usando o tempo para se depreciarem e se compararem com os outros, e não para produzirem. o suficiente para a aprovação. Então, procure deixar claro que o tempo não existe, mas sim a forma como você se dedicará para chegar à aprovação. Procure estar atento à qualificação do tempo, e não ao tempo gasto apra atingir suas metas.

LEMBRE-SE

- Não existe um tempo predeterminado para aprovação.

- Seja coerente com o tempo e com os estudos.

- Procure ficar tranquilo e atento, você é responsável por esse tempo de preparação e de aprovação."

Sim, o que o autor diz nessa passagem é conhecido de qualquer concurseiro sério, está longe de ser novidade, porém é colocado de maneira muito clara e aponta a forma correta de visualizar o problema abordado. E aí que está o segredo e valor desse livro, trazer à tona problemas que enfrentamos (e muitas vezes não sabemos identificar com clareza), apontando ao final a maneira correta de visualizá-lo, o que é o primeiro passo para lidar com eles da forma correta.

Terceira parte - Técnicas cognitivas e comportamentais

Na terceira parte do livro, o autor apresenta uma série de exercícios e técnica que têm a finalidade de auxiliar o leitor a identificar os problemas tratados na segunda parte do livro, que muitas vezes podem estar travestidos ou mesmo inseridos em outros problemas. São exercícios simples e muito práticos, que valem a pena serem utilizados. Além disso, essa parte traz uma série de considerações e insights de como lidar com essa grande diversidade de problemas que podem ser muito danosos para os concurseiros.

Quarta parte - Você já ouviu falar em psicoterapia?

Muitos problemas são grandes demais para que algumas pessoas possam enfrentá-los sozinhos. Em alguns casos, problemam somam-se formando monstrons que não podem ser derrotados sem ajuda. Pensando nisso, o autor preparou essa parte final de orientação para quem enfrenta situações mais complicadas de como a psicoterapia, devidamente acompanhada por um profissional em psicologia preparado para tal, pode ser de grande ajuda, muitas vezes indispensável para que o concurseiro possa se livrar de medos, problema e traumas a fim de estudar com qualidade para passar.

Algo que me chamou muito a atenção nesse livro foi como o autor conseguiu listar praticamente todos os problemas que mais afetam concurseiros. Identifiquei nas páginas dessa obra problemas que já me atormentaram e também alguns que ainda me atormentam. Mais interessante ainda é que a luz que o autor lança sobre esses problemas e as propostas de como lidar com ele está 100% alinhado com o que propomos nesse blog, ou seja, soluções factíveis, sensatas, práticas e realistas. Não há nem uma grama de soluções mágicas ou algo que o valha nesse livro.

Um dos grandes trunfos desse livros é justamente permitir que você identifique problemas que o atormentam e muitas vezes você nem sabia que atormentava ou que se tratavam de problemas. Isso é muito engraçado, parece até impossível, mas, acredite, acontece com muita frequência. E, claro, inimigos invisíveis, escondidos nas sobras, fazem muito mais estragos que inimigos que conhecemos a cara, o nome e as intenções.

Por fim, note que logo na capa o livro trás os seguintes dizeres, "Indicado para concursos, provas e vestibulares". Não assuma isso, no entando, como um certificado de que o livro é genérico e superficial, procurando atende a públicos diversos. São muitas as similaridades entre que se preparada para um vestibular concorrido (Medicina na USP ou Engenharia no ITA) e quem estuda para concursos públicos. Acredite, se você já passou em algum vestibular no passado, ao terminar de ler esse livro irá pensar ... "Putz, como queria ter lido esse livro naquela época!".

RESUMO DA ÓPERA - Se você tem certeza de que tem problemas que atrapalham que você estude mais e melhor para concursos públicos, então esse livro é leitura obrigatória se você deseja realmente resolvê-los ou pelo menos lidar com melhor com eles. Agora, se você acha que não tem problemas, esse livro é leitura obrigatória porque você está sendo vítimas de problemas que nem ao menos sabe que existe.

CHARLES DIAS é o Concurseiro Solitário.

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FIQUE DE OLHO que em breve publicaremos uma entrevista exclusiva com o Dr. Fernando Elias José no Facebook do blog tratando de problemas que atormentam concurseiros. Que tal então você nos enviar suas perguntas sobre o assunto para concurseirosolitario@gmail.com ... coloque no campo do assunto "Pergunta para o Dr. Fernando Elias".

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Você pode adquirir seu exemplar desse ótimo livro com total segurança e um bom desconto na LIVRARIA CONCURSAR, parceira do blog.


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Concurseiro Trabalhador - Parte II

“Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe pra onde ir.” - Sêneca

Recordando que como resultado da vida moderna e do consumismo generalizado, o ingresso no mercado de trabalho é primordial para independência financeira. E que os concursos públicos são vistos hoje como a melhor opção de estabilidade, a gama de pessoas que embarca nessa luta sem realmente saber para onde está indo é IMENSA.

Quando fazia colegial ouvi a frase acima do meu professor de redação. Nem sei se realmente é de Sêneca, mas vamos lá. O que isso tem a ver com concursos e principalmente com concurseiro trabalhador?!?!? TUUDOOO.

Vejam bem, muitas pessoas ouvem que devem prestar concursos públicos, pois como autênticos “produtos Tabajaras” acabarão com todos seus problemas. Será?! Talvez, mas para mim não foi bem assim.

Analisando, você se mata de trabalhar, chega em casa todos os dias cansado e vai estudar. Depois da tão sonhada aprovação chega o primeiro dia de trabalho no cargo do concurso que você escolheu no Uni duni tê, levando apenas em consideração o salário e a ilusão de que servidor público trabalha pouco. De repente, você vê que servidor não trabalha pouco, que nem todas as pessoas são felizes ali, nem todas são solidárias, que você tem que cumprir metas dom mesmo jeito e que estas nem sempre são suas e você se vê desesperado a cair fora dali. Mas calma lá, você é concursado. Puxa vida, como o cara concursado com um salário estável pode não estar feliz??? E você pensa eu fiz tudo certo, estudei horas a fio, o salário é bom, então o que está errado??? O começo, a escolha do prêmio.

É preciso conhecer para escolher o prêmio da guerra que decidiu travar. O objetivo não é desmotivar ninguém, porque é LÓGICO que estar concursado é bom, porque é concurso é democrático; oque quero dizer é que NÃO te isenta de dissabores, pois é trabalho e sendo público ou privado ele desgasta e nem só de salário vive homem.

Você pode receber uma “boa remuneração”, mas se o trabalho for horrível o físico e o emocional não vão aguentar; e o trabalho às vezes somente é horrível porque é incompatível contigo. Então se arme para a guerra certa, não seja um auditor frustrado, um promotor amargo ou simplesmente um servidor de qualquer área existente desmotivado. Seja realizado, não coloque todas as respostas de felicidade na aprovação, aposte suas fichas na aprovação certa para o cargo certo.

RESUMO DA ÓPERA - Lembrando a querida Ana Paula em “Loucuras de amor”, concurso é compromisso, é namoro, noivado e casamento. Então escolha com carinho, conheça o cargo que escolheu, namore, visite um local de trabalho; saiba para que família você está entrando, porque depois do casamento a tão sonhada aprovação pode se tornar um pesadelo única e exclusivamente porque você não teve o cuidado de escolher com calma, de acordo com seu perfil e com sua personalidade. Mas do que aprovado, seja um concurseiro realizado e feliz com a uma vitória merecida e plena na carreira que escolheu.

JULIANA KUBO é uma concurseira que respeita suas emoções.

IMPORTANTE - Os textos publicados nesse blog são de inteira responsabilidade dos seus autores em termos de opiniões expressadas. Além disso, como não contamos com um(a) revisor(a) de textos, também a correção gramatical e ortográfica é de inteira responsabilidade dos mesmos.

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TOMANDO DECISÕES DIFÍCEIS – PARTE II

Na primeira parte desse artigo (Tomando decisões difíceis parte I – facilmente encontrável aqui no Blog) eu tratei de como é realmente complicado estabelecer metas e tomar decisões, e quanto somos pressionados a fazer isso rápido.

Realmente, é algo que me faz muito mal me sentir angustiada por alguma situação e não saber, ao certo, qual caminho seguir. E de qualquer forma, se racionalmente eu sei que temos poucas oportunidades da vida para sermos felizes e que se o trabalho não perpassa nossa felicidade, possivelmente nos sentiremos muito frustrados, isso não deixa o raciocínio decisório mais simplório. E a pressão aumenta.

Esses dias esta revendo um vídeo em que Steve Jobs palestrou para uma turma de formando de Stanford (EUA). A grande maioria de vocês já deve ter assistido (também facilmente encontrável no Youtube). Em meio a várias boas ideias e motivação que nos são colocadas, a frase que realmente me chamou atenção foi uma citação por ele realizada “Continue faminto, continue ingênuo”.

E me coloquei a pensar no que essa frase realmente significaria em minha vida, hoje, e nas infindáveis circunstâncias demasiadamente pesadas que os concurseiros prescindem suportar nessa caminhada.

Continue faminto, continue ingênuo.

E o que isso tem a ver com nosso sistema decisório?

Eu sei que dinheiro é uma necessidade. E sei que eu mesma não quero viver de fotossíntese, sem me preocupar com a persecução de retorno financeiro em meus intentos. E sei também que muitos de vocês procuram os concursos públicos porque precisam solucionar, as vezes imediatamente, graves empasses financeiros em suas vidas.

E concordo.

Mas ultimamente comecei a reparar no local onde trabalho, quantas pessoas recebem 20X mais do que recebo, e são absolutamente infelizes com as decisões que tomaram. E têm famílias desestruturadas (se ainda têm famílias). E não possuem aquele sorriso nos lábios de realização e satisfação efetiva por estarem ali.

Quem sofre? O frustrado, evidentemente. A coletividade, que recebe um mal serviço público; os demais servidores, que precisam conviver com um outro servidor desestimulado; e todos aqueles que o amam, por verem insatisfação estampada. Isso tudo com a conta bancária recheada.

Continue faminto, continue ingênuo.

Será que realmente essa modalidade de servidor continua estimulado a realizar da própria vida um empreendimento único?

E o principal: será que 90 anos nas costas (e viveremos até lá!), receber 20X o salário de muita gente por aí, fará alguma diferença?

Acho que idade nos concede algo muitíssimo interessante: simplicidade nas decisões. Algo que não se aprende na escola, e algo que realmente nos faz priorizar aspectos muito mais relevantes. Essa tal maturidade que me custa tanto alcançar.

RESUMO DA ÓPERA - E continuo pensando. E continuo defrontando minhas decisões à esses aspectos que tracejei com vocês. E continuo procurando, sinceramente, o que me deixa com fome, e o que me mantém ingênua. Bom dia a todos!

ANA PAULA DE OLIVEIRA MAZONI é concurseira por vocação.

IMPORTANTE - Os textos publicados nesse blog são de inteira responsabilidade dos seus autores em termos de opiniões expressadas. Além disso, como não contamos com um(a) revisor(a) de textos, também a correção gramatical e ortográfica é de inteira responsabilidade dos mesmos.
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Filmes para inspirar qualquer concurseiro

Há uns tempos, trouxemos dois artigos que tratavam de músicas para inspirar os concurseiros. Muitos leitores comentaram pelo Twitter que gostaram de ambos. Aí, resolvi ir mais além, como o Jornal dos Concursos costuma fazer. Resolvi elaborar uma lista de filmes.

Fazer uma lista de filmes é útil porque nos ajuda a relaxar nos momentos de lazer e nos traz mensagens edificantes. Sim, concurseiro precisa de horário de lazer. Muitos de nós não damos atenção aos chamados do nosso corpo e da nossa mente e esquecemos dessa parte importante para deixar o conhecimento amadurecer. Enfim, paremos de embromar e vamos à lista propriamente dita.

1º - “Até o limite da honra”

Esse filme eu vi por engano. Um amigo me indicou o filme “Questão de Honra” que tem também Demi Moore no elenco e eu me enganei. Apesar disso, foi muito importante ver. Trata-se de um filme perfeito para quem deseja ser militar como eu. As pessoas não possuem muita noção de como funciona um treinamento dentro das escolas de formação. Esse filme, claro, precisa ser visto com reservas porque os treinamentos militares no Brasil são um pouco diferentes. Por isso, pra quem está pensando nos concursos militares, esse filme é bom pra mostrar como é um treinamento nessa profissão.

2º - “Resgate do soldado Ryan” (sugestão do Alexandre Meirelles)

Quando estive com o Charles Dias na Feira do Concurso Público, assisti à excelente palestra de Alexandre Meirelles. Nela, foi exibido um trecho do filme que eu já havia visto antes, mas nunca percebera a bela mensagem que há no final dele. Não posso contar porque estaria estragando toda a surpresa para vocês. É também um filme de guerra, mas tem muito valor. Considero muito importante para transportar para o universo de quem está estudando para concursos.

3º - “Questão de Honra”

Esse é um belo filme para quem gosta do Direito e para quem gosta da carreira militar. É a mistura mais que empolgante para gente como eu que ama as duas coisas. Trata-se de um caso em que Demi Moore e Tom Cruise disputam uma causa no tribunal contra Kevin Bacon. Ao contrário dos títulos anteriores, este não é um filme de guerra nem de treinamento. O cenário dessa vez é o de um Tribunal. Os discursos perspicazes, o trabalho dedicado dos juristas do filme fazem meus olhinhos brilharem. Recomendo sem moderação!

4º - “Em busca da felicidade”

Will Smith arrancou lágrimas dos meus olhos nas 3 vezes em que assisti a esse filme. O ator que era versado nas comédias agora conseguiu me emocionar nesse drama pela sobrevivência e pela conquista de um sonho. Também não posso falar muito mais que isso pra não estragar-lhes o momento de diversão. Só advirto de antemão: mantenha do seu lado uma caixa de lenços, pois você vai precisar de uma. (risos)

5º - “O diabo veste Prada”

Esse é um filme engraçadinho e, por vezes, irritante. Sabe por quê? Anne Hathaway está irritantemente linda e bem vestida (risos). Brincadeiras à parte. O filme não nos mostra somente belas roupas, mas mostra algumas loucuras que só acontecem a quem trabalha na iniciativa privada. Meryl Streep está impagável nesse filme. Vale a pena ver.

RESUMO DA ÓPERA – Até nos momentos de lazer podemos nos ajudar. Ver esses filmes nos ajuda a refletir e nos impulsiona rumo ao destino que desejamos ter.

RAQUEL MONTEIRO é uma legítima concurseira carioca.

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CUIDADO COM O “CONCURSÊS”!

Aquele que é concurseiro sério sabe: não dá para se falar em concurso sem uma linguagem própria, cheia de termos que advêm de um raciocínio já treinado e acostumado com provas e mais provas. O problema é o excesso.

A expressão da alma é comunicada por qualquer ser humano. A fala é um dos seus principais componentes, além, claro, do corpo, que costuma se expressar ainda melhor do que a voz e os termos utilizados. Nesse sentido, se a pessoa apenas enxerga concursos pela frente, é natural que sua expressão valorize, preponderantemente, tudo o que é relacionado a esse estilo de vida.

O que chama atenção em muitos candidatos sérios, entretanto, é a incapacidade de se desligar do assunto quando estão em rodas de amigos – se é que eles, equivocadamente, não as abandonam, com a desculpa de que “o estudo toma todo seu tempo” e “diversão é para quem já passou”. Enquanto uns falam de futebol, lá está ele falando de editais; se passa uma notícia interessante, lá vem o concurseiro que se propõe a dar uma aula sobre as “implicâncias jurídicas do caso concreto”, e por aí vai. Sem contar naqueles que começam a inventar piadinhas que só concurseiro entende, ou faz comentários com seus colegas de estudo que logo entendem a “sacada” do humor de uma tribo em particular.

Tudo isso é utopia. Como já questionamos em outra oportunidade: quem é o concurseiro sério que deseja ficar nessa condição a vida toda? Quem não almeja deixar, logo, essa condição para conquistar uma vaga no serviço público, trabalhar e tocar os demais projetos de sua vida?

Sendo assim, viver num “estilo concurseiro de ser” apenas prejudica o modo de se lidar com essa realidade, cada vez mais dura, por todos os pontos de vista – concorrência, vagas, bancas cada vez mais exigentes, e por aí vai. Além disso, o concurseiro sério sabe que nem tudo é estudo, que a vida não para por conta de preparo e emprego de conhecimentos, e que é necessário, com alguma frequência, relaxar, descontrair, conversar sobre “tudo menos concursos”. A mente, como qualquer parte do organismo, precisa de descanso, pois tudo o que recebe carga excessiva e não a dissipa tende a rachar.

RESUMO DA ÓPERA - O “concursês” deve ser evitado por todo concurseiro sério. É necessária a dose certa de tempo, trabalho e também de lazer, longe da rotina de estudos, com amigos que, de preferência, não sejam concurseiros.

CLEBER OLYMPIO, concurseiro que aprende a se desligar da rotina e não ser um concurseiro chato.

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Você está mesmo estudando sério?

Estudar sério para concursos públicos não é algo fácil e muito menos rápido. É preciso muito P2D (Planejamento, Disciplina e Determinação), sacrifício e garra. O prêmio é para lá de desejável, porém alcançá-lo demanda muito do concurseiro por um bom tempo.

Tudo bem, você já sabe disso, está cansado de ler e ouvir a repetição dessa mesma ladainha ... mas responda com toda sinceridade do mundo, você está mesmo estudando sério? Está estudando o melhor que pode? Está estudando para passar?

Enganar

v t enganar [ẽgɐ'nar]

1 fazer crer a alguém algo que não é verdade

2 ser infiel

3 acreditar em algo que não é verdade

Essa é uma das mais perigosas armadilhas dentre as que quem se propõe estudar para concursos públicos encontrará pelo caminho.

É muito fácil enganar aos outros, seja mãe, esposa, amigos, desconhecidos. Basta uma conversa mais ou menos convincente para que quem quer que seja se dê por convencido de que você é um concurseiro sério. Claro que muitos ainda continuarão achando que você está enrolando, mas não desacreditarão de que você estuda com alguma seriedade para concursos públicos. Com isso você consegue minimizar, senão calar, cobranças e críticas, nem que seja temporariamente.

Agora, muito mais difícil é enganar a si mesmo ... no entanto é possível e aí é que mora o perigo.

Enganar aos outros não afeta diretamente o desempenho do concurseiro, e mesmo indiretamente seus efeitos são mínimos na seriedade e qualidade do estudo. O mesmo, porém não acontece quando o concurseiro engana a si mesmo.

Enganar a si mesmo para mais – Muitos concurseiros se fazem acreditar que estão estudando com muito mais seriedade, qualidade e dedicação do que realmente o fazem. Ou seja, o concurseiro “se acha”, acredita que é uma Ferrari quando não passa de um automóvel comum, se brincar de uma simples lata velha.

Enganar a si mesmo para menos – Se acreditar que se é mais do realmente se é já é um problema dos grandes, o contrário pode ser ainda pior. Acreditar que se estuda com menos seriedade e dedicação do que realmente se estuda tem um enorme potencial de deprimir o concurseiro, fazê-lo sentir-se incapaz, incompetente.

RESUMO DA ÓPERA – Não se engane, concurseiro, seja sincero quando você se perguntar se está realmente estudando sério para concursos públicos. E faça-se essa pergunta regularmente, visto que essa é a melhor forma de evitar cair na armadilha da enganação.

CHARLES DIAS é o Concurseiro Solitário.

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