Ainda não estou pronto

Tento nos artigos que escrevo passar uma experiência minha que ressoe na vida dos amigos e leitores concurseiros deste blog. Sinto que algumas vezes tenho alcançado o meu objetivo. Hoje, com esse artigo, não sei se conseguirei atingi-los, meus amigos, pois para ser totalmente honesto, tal texto soa mais como um amigo desabafando, um lutador que acaba de descobrir uma verdade que dói, e dói muito: ainda não estou pronto para o cargo que almejo.

Não! Não digo isso pensando nas inúmeras matérias e leis que temos que estudar. Não digo isso com relação às provas que fazemos, ou na postura ao falar em uma prova oral. Também não afirmo que já sei tudo o que preciso para ser aprovado. Todavia, na minha humilde, e bota humilde nisso, opinião uma hora aprendemos a matéria, aprendemos o necessário para sermos aprovados, nem que leve anos; prova disso são os primeiros lugares e os candidatos que ficam dentro das vagas, como nosso grande amigo Charles.

A questão que coloco e venho até em tom de confissão é que eu não estou pronto para assumir o cargo que almejo. Eu sei o porquê que ainda estou no lugar que estou, pois ser nomeado em um emprego ou cargo que envolva muitas responsabilidades necessita de um crescimento pessoal muito grande.

Descobri, hoje, que ainda vou ter que aprender muito para chegar lá, e na verdade não sei se um dia estarei preparado para a tão nobre e difícil missão que me aguarda, se um dia a vida me permitir assumir este cargo.

No mundo dos cargos públicos, mesmo que você seja uma pessoa que trabalhe noventa por cento de seu tempo com um computador, por exemplo, os outros dez por cento você estará trabalhando com pessoas. E as pessoas merecem respeito, seja elas quem for, amigos.

Me peguei pensando assim: quem sou eu para julgar os outros? Será que sou tão superior a fulano, beltrano e cicrano para achar que posso dizer o que está certo e o que está errado? Resumindo: meu orgulho, o parco conhecimento que tenho das matérias de direito e a minha posição atual, que não é absolutamente NADA, me traíram.

Cheguei a achar que era melhor que muitos. E não sou. Achei que pessoas que tivessem errado, ou porque eram mais humildes, ou ainda que não tiveram alguma oportunidade na vida deveriam ser destratadas por mim. Ledo e infantil engano.

Isso tudo me fez pensar se eu estava preparado para assumir o cargo que tanto almejo. A resposta foi só uma: ainda não.

Resumo da ópera - Sei que aqueles que buscam esse blog o fazem para encontrar alívio. Mas às vezes o alívio vem em forma de verdade, de admitir um erro muito perigoso e começar tudo de novo em seu crescimento pessoal para ser um cidadão melhor. Cometi esse erro e hoje enxergo porque ainda não fui chamado para assumir um cargo público, porque eu ainda não sou merecedor de tal honra. Não sei quando serei digno desse privilégio, mas sei que lutarei para ser um indivíduo que olha para as pessoas e as trata iguais, sem olhar para os outros e prejulgá-los, com preconceitos bobos e infantis, pois sem dúvida nenhuma não sou melhor que ninguém.

Jerry Lima, um Concurseiro Profissional.

IMPORTANTE - Os textos publicados nesse blog são de inteira responsabilidade dos seus autores em termos de opiniões expressadas. Além disso, como não contamos com um revisor(a) de textos, também a correção gramatical e ortográfica é de inteira responsabilidade dos mesmos.




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A correria nossa de cada dia ... ufa

Como vocês sabem, prestarei prova para o concurso da DERSA nesse domingo em São Paulo. Pois bem, no final de semana passada um amigo disse que iria para a capital paulistana no sábado e voltaria no domingo a noite, daí me pergutou se eu queria uma carona. Opa, ótima oportunidade de economizar uma graninha legal, algo muito pertinente para concurseiros com recursos limitados.

Pois bem, ontem a noite esse amigo me ligou e disse que teria de ir hoje ao meio-dia ao invés de amanhã pela manhã. Correria, gente. Não é por conta de um dia que perderei essa chance de poupar quase R$100, o suficiente para pagar a inscrição de algum concurso público do meu interesse.

Pois bem, só agora, pouco depois das 10 horas da manhã, consegui arrumar minhas coisas e ficar com tudo pronto para a viagem, por isso o artigo de hoje está sendo publicado tão tarde.

Vida de concurseiro é assim mesmo, correria de vez em quando. Por isso temos de estar preparados para mudanças repentinas de planos. São viagens que devem ser adiantadas ou adiadas, concursos que mudam de data, editais que são mudados sem aviso. Quem quer uma vida sem surpresas não queira ser concurseiro.

O pior é que muitas pessoas simplesmente não se atentam a essa possibilidade grande, muito grande, de mudanças repentinas e reclamam que não rola estudar para concursos públicos justamente por isso. Quem sou eu para condenar alguém, mas para mim isso cheira a desculpite fajuta.

Resumo da ópera - Esteja preparado para mudanças repentinas, meus amigos concurseiros. Hoje está acontecendo comigo, amanhã acontecerá com você (note que não coloquei "poderá acontecer com você", mas "acontecerá com você"). Estar preparado é o primeiro passo para não ser pego de surpesa.

Charles Dias é o Concurseiro Solitário.

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Última hora não rola

Não há um concurso público em que não ouço notícias de concurseiros que perderam a prova por conta de não chegarem no horário certo nos locais de prova, por irem para locais de prova errados, não levarem documentos, e mil e dois outros motivos.

Pois bem, nesse domingo prestarei prova para o concurso da DERSA em São Paulo. Desde semana passada já sei onde será meu local de prova, já verifiquei no Google Maps o mapinha do local e sei como chegar lá, sei que material levar para fazer a prova, sei dos horários, enfim, fiz meu dever de casa e agora é só terminar a revisão de matérias e prestar a prova tranquilamente no domingo. Daí me pergunto, porque muita gente não faz a mesma coisa evitando deixar para fazer tudo isso duas horas antes do horário de provas? Absurdo, mas acontece e muito.

Deixar essas coisas para última hora é pedir para tudo dar errado. Notem que fazer tudo com a atencedência necessária como eu faço já não é garantia de que não acontecerá algo que poderá atrapalhar a vida, fazer tudo na correria, então, é pedir, implorar para que as coisas dêem erradas.

Não saber com antecedência qual o local de prova determinado pela banca e como chegar lá é o principal problema alegado por aqueles que chegar atrasado no local de prova ou mesmo nem chegar lá, indo parar em outro lugar nada a ver. Putz, as bancas disponibilizam com pelo menos três dias de antecedêcia os locais de prova, então vá lá e consulte. Pode acontecer de acontecer algum problema e não designarem local de prova para você, se você consulta antes e descobre o problema, há tempo hábil para entrar em contato com a banca e resolver, se deixa para consultar em cima da hora de sair para fazer prova, ferrou.

Não só saber exatamente onde é o local de prova é importante. Não adianta nada saber que você fará prova no local xyz se você não tem a mínima noção de para que lados esse lugar fica ou como chegar lá. É para isso que existe o Google Maps, Apontador e outros sites que dispinibilizam online a localização de endereços em mapas das cidades. Tem gente que perde prova porque acha que sabe onde é o local de prova ou como chegar lá e descobre na hora que não sabia coisa nenhuma, daí é tarde demais.

No edital está descrito o material que você terá de levar para prestar prova. Que documentos de identidade serão aceitos, se é preciso levar a impressão da convocação para a prova, se poderá usar caneta preta transparente apenas ou também lápiz e borracha. O que já vi de gente desesperada dentro da sala de prova porque não levou o tipo permitido de caneta para fazer a prova não está no gibi. E os tais "kits de prova" vendidos por ambulantes próximos aos locais de prova, apregoados com pequenos cartazes impressos colados em muros e postes como se tivessem lá sido afixados pela banca. Já vi kits contendo até esquadro! Os preços, então, são muito camaradas, de R$10 a R$20 ... por um punhado de coisas que não custaram nem R$4 e que você não poderá usar durante a prova.

Horário de prova também é muito importante. Tem gente que chega no lugar sem saber que a prova durará X horas, daí quando descobre isso minutos antes da prova começar, entra em pânico. Chega a ser engraçado.

Resumo da ópera - Tenha o tempo como amigo e faça essas coisas com antecedência, isso lhe permitirá não ficar desesperado horas antes da prova, o que por si só já desestabiliza a pessoa e afeta negativamente sua motivação. Chegar tranquilo e sem atropelos ao local de prova é essencial para fazer uma prova tranquilo.

Charles Dias é o Concurseiro Solitário.

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O artigo de hoje será publicado depois do almoço ... de verdade

Luz ... eu quero luz ... eu preciso de luz ...

Já comentei aqui no blog que desde algumas semanas venho estudando bastante na nova biblioteca de uma faculdade de direito da cidade. Apesar dessa faculdade ser particular, a biblioteca é aberta ao público e com uma estrutura e acervo excelentes, que estou aproveitando bastante e com ótimos resultados.

É interessante como nos acostumamos fácil a estudar em condições ótimas, como as oferecidas por essa biblioteca. Nada como estudar em um ambiente silencioso, limpo, amplo, arejado, com mesas grandes, cadeiras confortáveis, luz em abundância (natural e das dezenas de lâmpadas fluorescentes do local) e com um acervo de livros excelentes novos em folha.

Acontece que dias atrás tive e ir a outra faculdade particular da cidade para estudar alguns capítulos de alguns livros de administração. Apesar dessa faculdade fazer parte de uma universidade particular também longe de carente de recursos, parece que ela não é prioridade e sua estrutura é muito parecida com a de muitas faculdades públicas que lutam para fazer o melhor com recursos limitados. A biblioteca dessa faculdade é pequena, mal iluminada, com móveis não muito novos e acervo bastante defasado. O pior é que quem estuda lá paga quase R$500,00 por mês!

Gente, a troca de ambiente teve um efeito negativo sensível na minha capacidade de concentração enquanto estudava. Se na biblioteca boa eu não tinha problema nenhum de concentração, conseguindo passar o dia todo estudando sem ficar naquela luta para manter a atenção no que estava fazendo, na faculdade ruim o bicho pegou e a todo momento tinha de me esforçar para manter a atenção, o que, claro, afetou bastante a qualidade do estudo.

Vários fatores contribuíram para essa queda na qualidade do estudo e vou listá-los em ordem decrescente:

1o lugar – A iluminação insuficiente da biblioteca;

2o lugar – As cadeiras desconfortáveis acompanhadas de mesas bambas;

3o lugar – O barulho do lugar (já que ao lado da faculdade há uma pré-escola que funciona o dia todo);

4o lugar – O cheiro de mofo;

Por que elegi a iluminação ineficiente como o fator que mais atrapalhou meus estudos nessa biblioteca? Bem, depois de se acostumar a estudar em um lugar com ótima iluminação, estudar num local com iluminação fraca, anêmica, bem, é uma tortura. Simplesmente é horrível ter de estudar forçando os olhos para ler, depois de um tempo cansa os olhos e depois de um pouco mais de tempo provoca até um pouco de dor de cabeça. Resolvi isso levando minha própria luminária para a biblioteca.

Resumo da ópera – É, gente, acostumar a estudar em condições ótimas é fácil … o bicho pega quando é preciso se acostumar novamente, nem que seja por pouco tempo, a estudar em condições longe de ótima.

Charles Dias é o Concurseiro Solitário.

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A bagunça concurseira nossa de cada dia

Desde que me conheço por gente sou daquele tipo de desorganizado que faz de tudo para se organizar. Sinceramente gosto muito das coisas nos seus devidos lugares, tudo bonitinho, arrumadinho e tal, me esforço para manter minhas coisas assim, sempre me esforcei, seja em casa ou no trabalho. A parte boa é que na maior parte do tempo consigo manter essa organização, mas de vez em quando as coisas fogem do controle e em pouco tempo as coisas começam a ficar meio bagunçadas. Notem que não se trata de uma bagunça absoluta, mas de uma bagunça organizada … ou quase.

Estudar para concursos públicos significa juntar muito papel, livros, apostilas, cadernos e arquivos de computador de todos os tipos. Para qualquer concurso que estudemos a quantidade de material usada é bastante grande e tende a crescer com os resumos, anotações, esquemas de matérias e tudo o mais. Quando o estudo está tranquilo, a prova está distante, bem, daí tudo é relativamente tranquilo, tudo é muito organizado, cada coisa em seu devido lugar, pastinha de resumos e tal. Daí o tempo passa e fica mais escasso, a prova fica cada vez mais próxima, já não há tempo ou paciência para deixar tudo organizadinho, as coisas vão se juntando, o armário e a mesa ficam pequenos para tanta coisa, as pilhas de papelada passam a adquirir feições inclinadas como da Torre de Pisa, só que muito mais rebeldes. Caos.

Sei que há por aí muitos concurseiros organizados faça sol ou faça chuva, geralmente são concurseiras, mas também sei que são minoria nesse universo concursídico, onde a lei geral é a do aumento da entropia … lembra-se desse termo oriundo das aulas de física do segundo grau? Não? Relembremos, então.

“Considere a entropia como o grau de desorganização de um sistema. Se eu montar um quebra-cabeças dentro da própria caixa e fechar a caixa, eu posso considerar isso um sistema e nesse caso a entropia é zero, ou seja, nada está desorganizado. Já se eu balançar um pouquinho essa caixa fechada, algumas peças vão sair do lugar, ou seja, aumentei um pouquinho a entropia da caixa. Se eu continuar balançando freneticamente, todas as peças vão sair do lugar e vou chegar a um nível máximo de desorganização, ou um nível máximo de entropia. O universo também é assim, tudo tende à máxima desorganização, um ponto em que tudo se equilibra, chamado de entropia máxima do universo.”

No caso do concurseiro ao invés de haver um quebra-cabeças montado dentro da caixa, há o material de estudo 100% organizado dentro dela. Quando começamos a estudar para um concurso começamos a mexer nessa caixa e quanto mais próximo está o concurso, mais vigorosamente mexemos nela. Quando chega as vésperas da prova atingimos entropia máxima … hehehe … comigo é assim.

Já escrevi sobre tentar manter a bagunça sobre controle, uma luta que enfrento todos os dias, melhor, mais uma luta que enfrento dos os dias. Algumas vezes venço, outras vezes perco. Claro que é natural nos perguntarmos se vale a pena perder algumas horas preciosas de estudo para colocar tudo no lugar. Digo que sim, vale. Com tudo pelo menos mais ou menos organizado perdemos menos tempo encontrando o material de estudo que precisamos e isso, sim, é tempo precioso ganho.

Estou escrevendo sobre isso hoje porque ontem parei no final da tarde para colocar minha bagunça em ordem. Precisei de um resumo que não estava onde pensava que estava e ao invés de perder tempo apenas procurando-o em meio à bagunça que se formou desde semana passada (nesse final de semana tenho prova), resolvi procurar o danado ao mesmo tempo que organizava tudo. Não achei. Lá vou eu para o maleiro de um guarda-roupa do quarto de visitas que uso para guarda material que consulto com menos frequência … e que também estava meio bagunçado. Arrumo daqui, arrumo dali, achei o resumo e também duas coisas que não esperava de modo algum encontrar, dois pacotes de correio ainda fechados.

Juro para vocês que não fui eu que recebi esses pacotes quando foram entregues, mesmo porque quando recebo alguma encomenda ou correspondência, abro imediatamente. Aqui na casa ninguém também se lembra de tê-los recebido, nem as gatas de estimação … hehehe … nessa hora ninguém lembra mesmo. Um dos pacotes foi enviado por um amigo concurseiro com dois DVD com aulas que ele gravou no cursinho que faz … sim, ele levou uma daquelas pequenas câmeras digitais na aula e as gravou, enviando generosamente uma cópia para mim. O outro pacote trazia alguns livros de estudo que nem me lembrava mais de ter comprado … pior, dois dos livros comprei novamente … hehehe … agora os tenho em duplicata (quem quiser adquirir um exemplar novinho do livro de português do Renato Aquino com um descontão e envio grátis, dê uma olhadinha aí embaixo).

Olhem o grau de desorganização que estudar para concursos públicos pode trazer para a vida de um cristão, a ponto de receber encomendas pelo correio e as empilhar num armário sem abrir, esquecendo-se por completo delas. Gente, esse negócio de estudar sério para concursos públicos não é brincadeira, não.

Resumo da ópera – Não é a toa que muitos concurseiros reclamam como estudar sério para concursos públicos colocou suas vidas de pernas para o ar. Isso é fato, algo que realmente acontece, assino embaixo. Realmente todas as preocupações, responsabilidades e correria para estudar tanta coisa em tão pouco desorganiza bastante nossas vidas. Se a desorganização é uma tendência, temos de lutar para mantê-la sobre controle para que não nos vejamos paralisados em meio a uma bagunça absoluta. A entropia pode ser uma tendência, mas se lutarmos contra ela, podemos mantê-la sobre controle … algumas vezes maior, outras vezes menor.

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Nível médio, superior ou ambos ... that´s the question

Concurseiro é mesmo um ser que vive rodeado por dúvidas. Quem vê de fora até pensa que somos absolutamente indecisos ou algo que o valha, apesar de não ser nada disso. O problema é que cada decisão que tomamos, ou mesmo não tomamos, pode nos custar uma posse garantida ou meses de estudo. Dureza.

Ultimamente venho sendo achacado por uma dúvida danada. Como já disse em artigos anteriores, estou me preparando já faz algum tempo para o concurso do Banco Central que, dizem, terá o edital publicado em novembro. Pois bem, haverão cargos de nível superior e um de nível médio. Alguns desses cargos de nível superior serão reservados para economistas, provavelmente, profissão na qual sou diplomado. Daí vem a dúvida. Encarar apenas um cargo de nível superior na minha área, apenas o cargo de nível médio … ou ambos? Dúvida, dúvida, dúvida.

Vejamos um pouco mais de perto cada uma dessas opções.

Estudar apenas para o cargo de nível superior significará concentrar esforços em minha área de formação. Isso é bom, já que terei de estudar matérias com as quais tive contato na faculdade. Além disso, se houver um cargo reservado para graduados em economia, meu caso, enfrentarei uma concorrência menor. Mas como nem tudo sem flores, vejamos os contras. Essas matérias específicas vi na faculdade faz anos e me lembro muito pouco delas, e por ser um cargo restrito para economistas enfrentarei gente que está terminando ou terminou recentemente a faculdade de Economia e tem tudo fresquinho na cabeça, pior, enfrentarei gente que está se preparando pesado para o exame de pós-graduação em Economia, onde são cobradas as mesmas matérias.

Estudas apenas para o cargo de nível médio significará ter menos matérias para estudar e ter uma vantagem competitiva por estar estudando a maioria delas há um bom tempo. O lado ruim é que a concorrência é muito maior e pelo volume de matérias ser menor, terei de praticamente decorar tudo para ter boas chances de ficar classificado dentro do número de vagas.

Estudar para ambos os cargos … loucura total. É muita matéria para estudar muiiiiiiito bem, e já notei que fazer isso, algumas vezes, é pedir para não ter reais chances de classificação dentro do número de vagas para ambos os cargos.

Resumo da ópera - Sinceramente, não decidi ainda o que farei. Enquanto isso sigo estudando as matérias comuns baseando-me no edital do concurso anterior da instituição, como tem feito a maioria dos que pretendem prestar o próximo concurso. Sei que terei de escolher logo, mas algumas vezes isso é complicado, as dúvidas são muitas, as incertezas mais ainda. Vamos ver o que rola.

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Tempo, tempo, tempo, mano velho

Veja o Decreto do Chefe do Poder Executivo Federal: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6558.htm

Ficou instituído o horário de Verão. Boa oportunidade para ver, na prática, uma das competências do Presidente da República, qual seja, a de editar decretos. Apesar de a publicação datar de 2008, entrou em vigor no último domingo.

Para boa parte do país, tal medida representa uma medida de significativa economia energética. Possibilita um entardecer mais longínquo e dias prazeirosos ao ar livre.

Para alguns concurseiros como eu, isso representou uma tremenda bagunça no relógio biológico. Realmente, a coletividade deve ser beneficiada e eu dou a mão à palmatória. Afinal, nós, concurseiros, não somos a maioria. A finalidade do horário de verão, de fato, é legítima. Só é meio incômoda para mim nesse período de adaptação.

Minha rotina foi muito afetada por esse horário. Eu me senti perdida por diversas vezes, sem noção das horas. Isso porque é importante que concurseiro tenha rotina e que seja muito obediente a ela. Precisamos ter horário para começar a estudar, comer, dormir, enfim, tudo. Isso cansa demais. Eu já fico cansada com a minha extenuante rotina semanal e agora preciso dar conta de mais essa! (risos) Meu relógio biológico parece um cuco maluco de desenho animado (risos).

Outro impacto que o horário de verão traz para os concurseiros diz respeito àqueles que farão prova nos próximos meses. Muitos sabem, ou deveriam saber, que os estados da Região Norte e Nordeste não estão sob a égide do horário de verão. Somando-se a isso, uma parte do Brasil tem outro fuso horário, o que muda significativamente a diferença de tempo entre os estados em horário de verão e os em horário comum. Veja em: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e7/Timezones2008.png

Bem, isso que eu acabei de explicar afeta e muito concurseiros que precisam se submeter a horários rígidos para realizarem provas de concurso. Estou falando de concurseiros que viajam de um estado para outro, enfrentam o cansaço e ainda precisam se adaptar ao novo horário. Faço o alerta porque nem todo mundo fica atento às orientações dos editais de concurso quando se referem ao início de prova com "horário de Brasília". Muitos de nós não gostamos de ler o certame, mas para isso, todo cuidado é pouco. Fique atento sobre onde você realizará sua prova nos próximos meses e sobre o horário, sob pena de nadar e morrer na praia: não fazer seu concurso. Portanto, tenha atenção ao horário que vigora no estado em questão!

Resumo da Ópera - Concurseiro tem de se adaptar a tudo. Deve mudar seus horários, estudar com afinco, manter-se bem etc, etc, etc. Enfim, é como aquele número circense de equilibrar os pratinhos. Todos devem se manter rodando e não podem cair no chão. É complicado, mas não há outro remédio. Vou precisar de um tempinho para me adaptar à minha nova rotina, mas sei felizmente que não é nada impossível.

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Raquel Monteiro é uma legítima concurseira carioca.

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Clipe do dia



A música de hoje é sobre o tempo, nosso mano velho.

Grana, sempre grana ... ou melhor, falta de grana

Ontem no shoutbox do blog um leitor comentou um artigo que escrevi faz algum tempo sobre a necessidade do concurseiro mudar de cidade para tomar posse em um cargo público, onde ele disse que com ele o maior problema não é ficar longe da família, mas a falta de grana para tomar posse. Pois bem, vamos conversar um pouco sobre isso e coisas correlatas.

Tomar posse em outra cidade envolve custos, isso é fato, apesar de muitos concurseiros nem pensarem no assunto e acaberem sendo pegos de surpresa. Além dos gastos de moradia imediata, seja para alugar ou montar uma casa ou apartamento, ou mesmo se hospedar em um hotel ou pensão, há de se considerar que muitas vezes o recém-empossado servidor público não recebe no primeiro mês, mas dois meses acumulado no segundo mês. Não sei exatamente porque isso acontece, mas sei que acontece. Inclusive um amigo se viu em maus lençóis por conta disso, tendo inclusive de recorrer a empréstimos com amigos para bancar as contas até receber o vencimento acumulado.

Além dos custos de moradia, há também os custos com roupas e calçados para assumir a nova função. Aqui está algo que pega muita gente de calças curtas, hehehe, perdão pelo trocadilho. A maioria dos órgãos e entidades públicas exige roupa social no ambiente de trabalho, quando não terno dos homens e tailer das mulheres. O concurseiro (ou concurseira) é empossado e só então descobre que não tem mais que uma troca de roupa social no guarda-roupa, aquela reservada para casamentos e formaturas. E agora, José? Comprar roupas sociais suficientes para virar uma semana de trabalho não é algo barato, muito pelo contrário. Além dos custos para adquirir o novo guarda-roupa, há também os custos de manutenção dessas roupas, afinal, não rola lavar terno ou tailer na máquina de lavar roupa, nada disso, é coisa para lavanderia, algo que não é nem um pouco barato.

Outra coisa que é bom ter em mente é que muitos empossados em outras cidades que não a que morava enquanto estudava descobrem com pesar que não dá para levar junto o computador, isso porque no Brasil a maioria ainda usa desktops (computadores de mesa). Isso acontece seja por falta de espaço na nova morada, dificuldade de transporte do equipamento, e, principalmente, porque na casa de origem várias outras pessoas usam o mesmo computador. Ok, numa dessas o que fazer? Simples, morrer numa grana para comprar um novo computador, seja desktop ou notebook, à vista ou em prestações … simples, porém caro.

E há muitos outros custos envolvidos, como gasto com ligações para familiares e amigos na cidade de origem, um pouco mais de reforço no guarda-roupa com roupas casuais melhores para usar quando não se estiver no trabalho (afinal, nas primeiras semanas na nova cidade você com certeza será chamado para conhecer a cidade, ir a churrascos, almoços, …, lugares que exigem roupas casuais melhores), se brincar gastos com uma horripilante conexão de Internet 3G porque não há banda larga disponível, entre outros.

Agora, o que mais pega para muitos concurseiros quando o assunto é mudar de cidade para assumir um cargo público é a necessidade urgente de compra de um automóvel. Duvida? Vá tentar trabalhar no serviço público em Brasília tentando conciliar aluguel mais em conta e busão, é quase certeza de estar ferrado. Claro que isso não é problema para quem já tem automóvel, mas para quem não tem é uma dor de cabeça, principalmente depois de descobrir o quão escorchantes são os juros cobrados nos financiamento sem entrada desses bens duráveis.

Resumo da ópera – Muitos concurseiros estudam, estudam, estudam na doce ilusão que após a nomeação e posse, tudo será um mar de rosas. Ledo engano. Dizem muitos concurseiros já empossados que é aí que começa as verdadeiras dores de cabeça. Por isso mesmo é bom estudar já pensando em como se irá lidar com esses problemas quando eles se fizerem presentes, porque para quem estuda com seriedade a posse é uma questão de tempo … certo?

Charles Dias é o Concurseiro Solitário.

IMPORTANTE - Os textos publicados nesse blog são de inteira responsabilidade dos seus autores em termos de opiniões expressadas. Além disso, como não contamos com um revisor(a) de textos, também a correção gramatical e ortográfica é de inteira responsabilidade dos mesmos.



Cuidado com as "balinhas"


Não faz muito tempo uma concurseira postou no shoutbox do blog que estava tendo dificuldades para se concentrar nos estudos e perguntava se alguém tinha o mesmo problema e se usava algum expediente farmacológico natural ou não para resolvê-lo. Pois bem, já escrevi sobre o assunto aqui no blog faz alguns meses, mas nunca é demais fazer um repeteco.

Também não faz muito tempo estava assistindo na TV uma reportagem sobre o estresse das grandes cidades e um daqueles médicos conceituados que sempre são entrevistados em programas de televisão comentou mais ou menos o seguinte, “muita gente acorda relaxada depois de uma boa noite de sono, mas por precisar ficar ligada em 220 para dar conta das tarefas diárias toma um comprimido de estimulante. Quando chega no final do dia em casa, por ainda estarem agitados e elétricos por conta do estimulante e por precisarem relaxar para descansar e ter uma boa noite de sono, tomam um comprimido de relaxante”. Achei muito interessante essa historinha do médico por conhece várias pessoas que fazer justamente isso.

Antes de mais nada, estudar para concursos públicos exige muita “cuca fresca”, atenção, capacidade de concentração e memorização, entre outras coisas. Se há uma coisa que não combina com isso tudo é tomar um comprimidinho para dar conta da falta de uma ou algumas delas. Tudo bem que em um primeiro momento tal expediente farmacológico pode se revelar como o clássico dos comerciais de TV “seus problemas acabaram”, mas não demorará muito para cobrarem um preço alto do concurseiro, que, inclusive, pode se ver numa situação muito pior do que a em que estava quando decidiu por essa solução rápida. Ou seja, esqueça desse negócio de “vou tomar um comprimidinho e estudar muito melhor”, isso não rola de jeito nenhum.

É necessário também muito cuidado com os chamados “remédios naturais”. O que tem de remédio natural para emagrecimento, por exemplo, que ferram com a vida de muita gente por estarem generosamente salpicados com anfetaminas (fármacos muito perigosos com alto potencial de vício químico e psicológico). Então não ache que aquele vidro de “estimulante natural” é 100% natural, pois pode ser uma bomba relógio que irá ferrar com seus estudos e com toda sua vida.

Quer ter mais disposição e capacidade de concentração para estudar? Vou dar a receita, que leva quatro ingredientes principais:

Boa alimentação

Não dá para pensar em estudar no ritmo e com a profundidade que a guerra dos concursos públicos exige sem ter uma alimentação adequada. É preciso se alimentar de forma leve e frugal, já que não rola mesmo encarar uma tarde de estudo pesado depois de uma feijoada. Prefira muitas frutas, verduras e legumes, além de carne mais magra e pouco açúcar. Alimente-se pouco e várias vezes. Nada de estudar de estômago vazio, que é um ótimo desconcentrador. O ideal é procurar o auxílio de um nutricionista, que irá indicar com exatidão a melhor alimentação para seu biotipo e necessidade de estudos.

Bom sono

Dormir bem e poder estudar bem no dia seguinte. Para ter um bom sono é preciso ter um travesseiro legal, não ir dormir tarde demais, não comer nada pesado antes de se deitar e também procurar deitar quando se estiver mais tranquilo. Clique AQUI para ler algumas ótimas dicas de como ter boas noites de sono.

Exercícios físicos

Exercícios físicos leves e regulares são essenciais para uma boa qualidade de vida de qualquer pessoa, ainda mais dos concurseiros sérios que passam horas e horas estudando sedentariamente. “Além de fortalecimento muscular, aumento da capacidade cardiopulmonar e melhora da estética, sair do sedentarismo também pode trazer outros benefícios como a melhora do sono, humor e memória”. E qual concurseiro sério não quer tudo isso?! E você não precisa gastar uma grana para fazer exercícios físicos regulares. Você pode optar por uma caminhada no seu bairro ou em algum parque da cidade, até subir e descer as escadas de incêndio do prédio está valendo. Leia AQUI um artigo muito legal sobre o assunto.

Disciplina

Sejamos sinceros, estudar é bom, mas não é a melhor coisa do mundo. Só doido para preferir tirar uma tarde estudando para concursos públicos do que estar deitado tranquilamente na praia, na espreguiçadeira da piscina do clube ou numa rede num sítio tranquilo. Só que estudar é necessário para que sejamos classificados, nomeados e empossados num belo cargo público que nos pagará bem o suficiente para que possamos relaxar tranquilos por todos os finais de semana e feriados do resto de nossas vidas. E como fazer para driblar a preguiça, o desânimo e tal, simples, tendo disciplina. Montar um horário de estudo e obedecê-lo religiosamente faz com que o estudo se torne um hábito e que depois de algum tempo passe a ser parte de nossa vida, algo que independe de ânimo e que não dá preguiça. Simples assim.

Resumo da ópera – Esqueça dessa história de que tomando um comprimidinho seus problemas acabarão, porque não acabarão coisa nenhuma, você estará é arrumando outros problemas muito mais sérios. Alimente-se direito, durma bem, pratique exercícios físicos e seja disciplinado nos estudos, juntando isso ao estudo sério e comprometido, a posse é uma questão de tempo apenas.

Só um toque que não tem nada a ver com o assunto, mas ... Seguinte, quem estiver precisando de um bom livro de contabilidade para concursos dê uma olhadinha na mensagem em laranja logo abaixo da figura com link para o twitter do blog.

Charles Dias é o Concurseiro Solitário.

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Gente, esse final de semana estava arrumando outras coisas aqui e encontrei mais um livro que não vou usar visto que também é voltado para concursos da área fiscal e que por isso estou vendendo. Lembro que o frete é por minha conta, eu pago o Correio para enviar o livro. Interessados enviem um email para concurseirosolitario@gmail.com

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Vale a pena considerar mudar de cidade

Na guerra dos concursos públicos não são poucos os concurseiros que consideram seriamente a possibilidade de se mudarem para longe em busca da conquista do sonho da estabilidade da carreira pública.

Não, não estou me referindo apenas a mudar para assumir um cargo, o que era o mais comum até algum tempo atrás, mas também nas mudanças anteriores à posse. Vejamos:

Mudar para poder estudar melhor

Muitos concurseiros vivem em lugares que não favorecem os estudos, seja porque não há tranquilidade suficiente para tal, e vocês sabem como barulho e movimentação afetam negativamente os estudos, seja porque não há os recursos necessários para o estudo de qualidade, em muitas cidades do interior Internet só discada e ainda por cima por DDD, por exemplo, ou no pior dos cenários ambos. É compreensível que concurseiros nessa situação considerem seriamente se mudarem de cidade e até de estado em busca de melhores condições de estudo, se possível de condições ideais.

Esse foi o meu caso. Eu morava na capital paulista e quando decidi estudar para concursos públicos, resolvi me mudar de volta para o interior de Minas, de onde sou originário, voltando para a casa dos meus pais, em busca de condições ideais de estudo. Aqui não há correria, não tenho gente me ligando o dia todo, não preciso me preocupar em manter uma casa, ou seja, posso me dedicar totalmente aos estudos, diferente do que aconteceria se tivesse continuado a morar em São Paulo.

Mudar para poder prestar mais e melhores concursos

Para quem mora no eixo São Paulo – Rio de Janeiro não há problemas para prestar praticamente todos os melhores concursos estaduais e federais do país. Se for preciso ir para Brasília prestar prova, é um pulinho e relativamente barato. Agora, para quem mora fora desse eixo, nas outras regiões do país, aí o bicho pega. Imagine um concurseiro que mora no sul do Rio Grande do Sul ou no interiorzão do Piauí, para esse pessoal prestar concursos é algo muito mais difícil e trabalhoso, além de muito mais limitado.

Por conta disso, não são poucos os concurseiro que abrem mão de viverem próximos da família e dos amigos para se mudarem para Brasília ou para o eixo São Paulo – Rio de Janeiro a fim de poderem prestar mais e melhores concursos. Claro que os gastos envolvidos não são poucos, mas no final compensa pela maior gama de concursos que poderão prestar.

Resumo da ópera – Quando se trata de se mudar por conta da meta de ocupar um cargo público, tudo deve ser pensado mais com a razão e com o bolso do que com a emoção. O concurseiro deve considerar os gastos envolvidos e também se tal mudança irá realmente aumentar sensivelmente suas chances de vitória na guerra dos concursos públicos. Nessa hora é bom deixar a emoção de lado e nem pensar em questões como saudade, abrir mão da tranquilidade de morar sozinho, a falta dos amigos, e coisas assim. Assim como soldados que vão para a guerra, também concurseiros têm de abrir mão de coisas que lhe são caras.

Charles Dias é o Concurseiro Solitário.

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Meio cheio ...

Esse copo na foto está meio cheio ou meio vazio em sua opinião? Espere aí, antes de responder, leia o que aconteceu comigo nesses últimos dias.

Como vocês sabem, prestei o concurso da ANAC e fiquei bem posicionado para o cargo de Técnico Administrativo (nível médio), exatamente na 39a posição, considerando as 28 vagas previstas no edital (sendo 2 para PNE) e aquela nova lei de que nos concursos federais podem ser classificados apenas 1,5 vezes o número de vagas do edital.

Pois bem, ontem acessei um fórum do concurso para ver se tinha aparecido algo novo e não é que havia um tópico informando que um punhado de gente havia recebido as cartas de convocação para apresentação dos documentos necessários para nomeação?! Nisso toca a campainha de casa. Vou atender e é o carteiro. Frio na barriga, coração dispara antecipando receber também a tão sonhada carta. Balde de água fria, não era nada disso.

Até onde sei foram convocados por enquanto apenas o número de candidatos previstos no edital. De qualquer forma, agora que o bicho pega com aquela perguntinha que não quer se calar e que fica martelando na cabeça dos candidatos que passíveis de serem convocados, mas que não o foram dessa vez … “Será minha vez? Será que vão me chamar? Tenho alguma chance?” … mistério, dúvida, incerteza.

Olha, meus amigos, se quando estamos em nosso primeiro ano de estudos e ficamos chateados quando vemos nossa classificação em um concurso lá pelos mil, dois mil e tantos, não se compara com ficar em 30, 40 ou 50 com um pé na posse e outro no famoso “morrer na praia”.

A sensação é mais ou menos de sofrer um naufrágio e então aparecer um helicóptero de resgate que somente pode levar metade dos náufragos, é tirada a sorte e uma parte vai enquanto a outra fica na esperança do helicóptero voltar a tempo. Você olha para o horizonte por um segundo cheio de esperança enquanto duas mil trezentas e quatorze coisas passam por sua cabeça e então abaixa a cabeça para os livros procurando não pensar mais naquilo, pois o que for para ser, será.

Resumo da ópera - É nessas horas que os concurseiros sérios se diferenciam dos simples concurseiros. Para quem está nessa guerra com seriedade o copo está meio cheio, o caminho já foi meio andado, a luta está na segunda metade. Agora, para quem não está nessa guerra com tanta seriedade assim, o copo está meio vazio, ainda falta metade do caminho para andar, a luta apenas chegou na metade. E para você, o copo da foto está meio cheio ou meio vazio?

Charles Dias é o Concurseiro Solitário.

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Por que você está aqui?

Pare um minuto. Feche os olhos. Se precisar retornar ao começo dessa caminhada concurseira faça isso. Reflita. E responda sinceramente: Por que você está aqui?

É em razão dos altos salários de um funcionário público? O status em que se adquire posteriormente por ter passado em um dificílimo certame? A estabilidade que haverá em razão do cargo? Insisto: Por que você está aqui?

Você, nessa batalha diária, já se perguntou o que te motiva a enfrentar todo dia um batalhão de questões, ler inúmeras páginas de livros/apostilas, amassar cada vez mais o seu traseiro em cadeiras quase sempre nada confortáveis, ficar com os olhos doendo de tanto ler, ficar extremamente cansado em razão de viagens sem fins para Estados e Cidades longínquas onde há as provas?

Qual a sua idéia sobre a aprovação? Melhor dizendo: o que você acha que ocorrerá quando tomar posse em seu cargo e entrar em exercício? Você conhece bem a rotina do emprego em que ingressará ou está indo com a maré ou apostando na sorte ou acha que passando resolverá vários assuntos pendentes como problemas com a família, amigos, namorada/namorado, marido/esposa?

Já ouvi de cada candidato cada resposta que paro e penso novamente o que motiva a praticamente doar a minha vida a esse projeto que se chama “posse em um cargo público”. Quero deixar bem claro que o que coloco aqui pode nem ser a regra da situação; mas é a minha humilde opinião.

Muitos candidatos respondem de cara que fazem concurso em razão do dinheiro, do status e da estabilidade; “é batata”, como se diz aqui no interior...(risos). “Faço concurso porque quero ganhar muito dinheiro e ser bem visto na minha comunidade”. Conheço tantos profissionais que ganham muito bem, mas muito bem mesmo, todavia são frustrados porque não são felizes naquilo que fazem. Todo dia que os encontro estão de cara amarrada e emburrados. Reclamam que trabalham muito e, DETALHE: QUE GANHAM POUCO, sempre fazem planos para prestarem outros concursos maiores, visando mudarem de vida novamente.

Outros me responderam que fizeram concurso para fugirem de problemas anteriores, principalmente familiares. Foram para lugares longes de casa, pois achavam que resolveriam as suas pendências, porém não prestaram muita atenção na remuneração do cargo que era extremamente pouca; agora estão ilhados: não têm tempo para estudarem para outros concursos em razão da alta carga de trabalho e mais: estão abandonados por saírem brigados de casa com todos os familiares sem coragem de se reconciliarem. São extremamente infelizes.

Finalmente, há os chamados “sonhadores” ou “idealistas” ou simplesmente “utopistas” o qual este que vos escreve já foi chamado assim pejorativamente. São aqueles que querem mudar o seu metro quadrado do funcionalismo público, como diz o Mestre William Douglas. Aqueles que tem por vocação trabalhar no cargo “A” e no cargo “B”. Que quando bate aquele cansaço fecha os olhos e se vê trabalhando naquele emprego tão almejado, tratando todos, colegas, funcionários, subalternos de maneira educada, influenciando e fazendo uma mudança silenciosa, porém efetiva no nosso tão amado Brasil.

Não foram poucas as vezes que ouvi uma pessoa dizendo que “UMA ANDORINHA SÓ NÃO FAZ VERÃO! DEIXE DE SONHAR E SEJA REALISTA”. Imagino como o mundo estaria pior se homens como Abraham Lincoln, Thomas Edison, Albert Einstein, Alberto Santos Dumont, Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes) não tivessem sonhado e lutado para concretizar o sonho. Se simplesmente aceitassem essa frase.

Resumo da ópera - Por que você está aqui? Diante de tantas questões de provas que respondemos, inúmeras redações, peças práticas e outros tantos exercícios de fixação, “perca” um pouco de tempo respondendo essa pergunta tão simples, porém tão profunda. Dependendo da resposta retorne aos estudos como se o dia de amanhã fosse a sua tão esperada prova. Bons estudos, meus amigos.

Jerry Lima, um Concurseiro Profissional.

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Clipe do dia


A espera para a prova


Lendo os comentários dos leitores do Blog, um deles tocou num assunto que me pareceu interessante abordar, e pedir a opinião dos leitores do blog.

Todos os concurseiros devem planejar seu tempo para chegar no local da prova sem problemas. Isso é um coisa bem natural e mesmo recomendada.

Pergunto: Ficar esperando na sala de prova ou do lado de fora? E como esperar?

No dia da prova, é comum vermos aquele amontoado de gente do lado de fora do prédio escolhido. Alguns estão como se esperando um ônibus passar; outros arranjam um encosto e esperam; outros continuam estudando improvisados até o último segundo, lendo apostilas ou resumos da matéria; já cheguei até mesmo a ver aulas de matemática ao vivo feita por um professor de um curso conhecido num quadro improvisado (e com platéia !).

Pessoalmente ODEIO esperar do lado de fora. Gostaria de chegar sempre faltando 10 a 15 minutos antes do início da prova. Evitaria distrações. Porém, não se pode dar bobeira para os imprevistos no caminho ao local de prova. Engarrafamentos, grandes distâncias, além da adaptação ao lugar designado na sala, nunca se sabe. Então acabo mesmo chegando pelo menos 1 hora antes ao local certo e entro o mais cedo possível. Mas confesso que esperar na sala pode ser tedioso para mim. A CESPE não permite nada na mesa a não ser sua caneta e identidade, fora o maldito saco de plástico onde vai meu MP3 Player e celular.. E aí tenho que ficar a me distrair contando carneirinhos... Nessas horas uma higiene mental faz bem. Não pensar na matéria, mas sim mentalizar para ler com calma as questões e lembrar aqueles conselhos que podem fazer a diferença (como fazer as questões mais fáceis primeiro). Esse tempo tem que ser aproveitado (embora preferisse ouvir música para relaxar). Outras bancas permitem que você leve alguma coisa e consiga se entreter (ou se preferir estudar) até 15 a minutos antes da prova. Já vi pessoas lendo livros em sala. Mas também faço a higiene mental nesses casos. De qualquer forma, estar na sala é melhor que ficar do lado de fora para mim.

Mas sempre que posso, vejo se algum amigo meu estará prestando a mesma prova que eu. Combinar de ir com alguem e ficar conversando é sempre mais agradável. Nesses casos entro faltando mesmo pouco tempo para a prova começar. Porém isso é bem mais raro infelizmente...

Resumo da ópera - Parodiando Cap. Nascimento: fazer prova é uma arte, amigo. A preparação é longa, a prova começa bem cedo e não acaba até marcar o ultimo campo do quadro de respostas.

Bernardo José é leitor do Blog Concurseiro Solitário.

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Trabalhar x estudar

Sempre que venho fazer minha leitura diário nesse blog, eu me deparo com concurseiros que reclamam muito de diversas coisas. Não só eles ficam aborrecidos, mas meus colegas de curso e outros amigos que estudam somente em casa. Realmente, nós temos motivos de sobra para ficarmos queixosos. Como diz o Charles, só ficaremos efetivamente contentes com nossas nomeções. Nós temos de contornar tantas coisas!

Uma das reclamações que me chama a atenção é de quem trabalha e tem tempo exíguo para estudar. A outra vem de quem não trabalha, tem um pouco mais de tempo para estudar, mas tem outros problemas. Note que eu estou querendo trazer um pouco de alento aos dois polos porque cada um deles tem problemas que não são nada simples.

O concurseiro trabalhador, muitas vezes, tem a renda apertada (do contrário não estaria tentando concursos), mas muitas vezes consegue custear os próprios estudos. Não sem bastante aperto, reitere-se. O tempo é um elemento de muito estresse, pois, mal começa a entrar nos meandros do estudo, é obrigado a parar dormir ou ir trabalhar ou por qualquer outra razão. Esse concurseiro sério - somente esse tipo sofre - quer muito estudar mais, mas nem sempre consegue. É vencido pelo sono, pelo estresse, cansaço físico e pelas preocupações cotidianas. A grande maioria dos meus amigos enquadra-se nessa categoria. Como eles ficam preocupados! Eu fico querendo ajudar de alguma forma.

A outra espécie é a dos concurseiros que não trabalham. Esses também sofrem bastante! Imagina não ter como pagar por todos os livros, cursos que se deseja fazer. Eles sentem-se amarrados em seu progresso nos estudos por causa desse detalhe, diga-se de passagem, muito relevante. Muitos ainda, por estarem, em tempo integral em casa, precisam fazer tarefas domésticas ou são escalados por seus familiares por causa dessa "disponibilidade". Eles, ainda por cima, são chamados de vagabundos por leigos infelizes que não sabem nada do que estão falando (não entendem de macroecomia e mercado de trabalho). Esses concurseiros de fato têm mais tempo para estudar, mas sempre falta hora, dia, mês no seu calendário de estudos. Afinal, falta para todo tipo de concurseiro!

Eu me enquadro numa zona cinzenta entre esses dois mundos. Trabalho em casa, faço meu horário porque sou advogada e não estou vinculada a nenhum escritório. A desvantagem é ter uma remuneração variável e trabalhar com prazos (um monte deles vencendo ao mesmo tempo). Isso faz minha vida ser uma correria só. A solução que eu encontrei é estudar sempre que houver um tempo livre e tentar me planejar o máximo possível. Tenho dormido menos, é fato, mas tenho certeza de que verei retorno no futuro.

Resumo da Ópera - A grama do seu vizinho não é mais verde que a sua. Se você é concurseiro sério, pode ter certeza de que sua vida é repleta de desafios. São muitos obstáculos difíceis a transpor. Contudo, não impossíveis. O grande segredo para ser mais feliz é não se comparar com outras pessoas. Não se preocupe com o tempo que isso leva. Como se fosse fácil controlar a própria expectativa! Se você se mantiver firme em seus propositos, mais dia ou menos dia, seu sucesso chegará em forma de nomeação pelo Diário Oficial.

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Pergunta para responder no orkut:

Você é concurseiro trabalhador ou concurseiro caseiro ou concurseiro na zona cinzenta? Como você contorna essas adversidades inerentes à sua condição?

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Raquel Monteiro é uma legítima concurseira carioca.

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Clipe do dia



Vídeo de hoje é de uma música bonitinha, trilha sonora de um filme bem famoso.

Rumores de fraude ... haja paciência

Ontem o CorreioWeb, website do respeitado jornal Correio Brasiliense que tem uma seção voltada para concursos públicos que é referência para os concurseiros, divulgou uma notícia preocupante para quem prestou o concurso do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) no último final de semana, eu incluído (clique aqui para ler a notícia completa).

Por conta de problemas na aplicação das provas para o cargo de Analista em Raraima, o Ministério Público Federal do estado que a anulação das provas do concurso. Nas palavras do jornal:

“O MPF/RR considerou que aconteceram graves irregularidades durante a aplicação das provas, no último domingo (11/10), na Escola Estadual Monteiro Lobato, em Boa Vista, e encaminhou recomendação, nesta quinta-feira (15/10), ao subsecretário de Planejamentopara que proceda a anulação do concurso.

Também foi enviada recomendação à Presidência da Fundação de Apoio à Pesquisa, Ensino e Assistência (Funrio), para que procedam a elaboração de novas provas”.

Pois bem, parece que a coisa é mesmo séria e dado o histórico recente da banca (problemas com o concurso do Ministério da Justiça, Polícia Rodoviária Federal, Enem, …), não duvido que as provas em todo o país e para todos os cargos sejam mesmo anuladas e os candidatos sejam convocados a prestar nova prova mês que vem.

Numa dessas dou graças a Deus por não ter gasto muito para prestar essa prova, algo em torno de R$150 contado deslocamento, alimentação e tal, mas tem gente que gastou muito mais, visto que a prova foi realizada apenas nas capitais dos estados. Um amigo que participou do concurso do ano passado da Polícia Rodoviária Federal, aquele com vagas para a região norte, gastou quase R$1.000 para prestar a prova em Brasília, mas por conta de indícios de fraude a prova foi anulada e os candidatos foram convocados para fazer nova prova. Ele teve de gastar mais R$1.000 na brincadeira e desistiu de tentar receber o que gastou da primeira vez na Justiça porque custaria mais caro mover a ação.

Mas tirando o gasto financeiro, a dúvida para quem se encontra nessa situação de incerteza é se deve se voltar a estudar as matérias do concurso. Acho que tudo vai depender se o concurseiro tem ou não outra prova de concurso marcada. Eu, por exemplo, tenho prova da Dersa no comecinho de novembro e, sinceramente, não vou comprometer meus estudos para esse concurso por conta dessa incerteza. Agora, se o concurseiro não tem concurso marcado, então vale a pena continuar estudando para uma possível nova prova.

Estava conversando ontem com uma amiga sobre o assunto, ela também prestou prova para o MPOG para ambos os cargos, e concordamos que no caso de uma nova prova ser marcada, muita gente deverá desistir de prestar, principalmente quem foi mal da primeira vez, além das pessoas que terão outras provas para a mesma data ou que desencanarão de totalmente desse concurso.

Resumo da ópera – É a primeira vez que presto um concurso com chances reais de ter as provas anuladas e devo dizer que a incerteza que estou experimentando é pior do que imaginava. Só que, infelizmente, essas coisas acontecem e temos de lidar com elas da melhor forma possível.

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Último livro para concursos que estou vendendo. Esse é para estudar para as provas de informática. Estude por esse livro e não erre mais questões de Excel. Interessados enviem um email para concurseirosolitario@gmail.com

Microsoft Excel XP (Série Estudo Dirigido) - André Luiz Manzano e José Augusto Manzano - Editora Érica - Semi-novo - Novo custa R$69,50, estou vendendo por R$25. O custo de envio pelo Correio eu pago.

Como eu pude errar essas questões?!

Se tem algo que me deixa chateado quando corrijo alguma prova de concurso que prestei é descobrir que errei alguma questão de bobeira, ou seja, errei questões que eu sabia a resposta, que em dias “normais” eu não erraria de jeito nenhum, mas que na prova, sei lá por qual motivo, acabei errando.

Todos vocês devem saber como é o mistro de frustração, raiva, decepção e tudo o mais que se sente nessas ocasiões, acompanhadas do clássico “eu deveria ter prestado um pouco mais de atenção”. Você olha para aquelas questões e não entende de jeito nenhum o que passou pela sua cabeça para interpretá-las de forma tão diferente do que interpretaria normalmente para levá-lo a marcar uma resposta errada.

Pelo que já conversei com centenas de concurseiros, esse tipo de coisa é mais comum do que imaginamos e, graças a Deus, tende a diminuir com o tempo e a experiência até um dia deixar de acontecer. Portanto, esse tipo de coisa é natural de acontecer, sabe-se lá porquê.

Nesse feriado mesmo, na prova do MPOG, errei duas questões de pura bobeira. Ontem, quando estava preparando e interpondo alguns recursos, tirei alguns minutos para analisar com cuidado as questões e tentar relembrar como as li e interpretei no dia da prova, tentando entender como as pude ter errado. Não consegui.

Tudo bem que isso acontece com todo mundo, que tende a diminuir até não acontecer mais e blá blá blá, mas saber de nada disso ajuda a diminuir a sensação que ainda sinto de “putz, sou mesmo um idiota por ter errado essas duas questões”.

Tenho por mim que os principais ingredientes que causam esse problema é um mix de ansiedade, pressão, pressa e autoconfiança exagerada. Analisem comigo. Ficamos ansiosos quando estamos prestando alguma prova de concurso, isso é fato e acontece em maior ou menor grau com absolutamente qualquer concurseiro, e a ansiedade é impaciência, nos leva a querer que algo termine logo. Quanto à pressão nem precisaria falar dela, nossa velha parceira de todos os dias, pressão de nós mesmos, de familares, de amigos, da sociedade. A pressa vem por conta das muitas questões a responder e do pouco tempo disponível, do receio de não conseguir fazer tudo a tempo, de chegar ao final do tempo de prova sem ter respondido tudo ou marcado a folha de respostas. Finalmente a autoconfiança exagerada, comum tanto entre concurseiros iniciantes quanto em concurseiros mais experientes, em maior e menor grau, algo que nos fazer ler questões e alternativas de resposta superficialmente com aquele gostinho de “essa é fácil”. Juntem tudo isso, meus amigos, e temos uma boa explicação, dentre as várias possíveis, para errarmos questões de bobeira.

Resumo da ópera - Apesar de sabermos que todos mundo erra questões de bobeira, concurseiros mais ou menos experientes, com mais ou menos bagagem de estudo, nos sentimentos sozinhos quando isso acontece com a gente. A sensação é de que somos os únicos idiotas-burros-imbecis que erraram questões de bobeira … e isso é doloroso, meus amigos, frustrante, vergonhoso. Mas vida de concurseiro tem mesmo essas pedras. É errando que aprendemos a errar menos da próxima vez até que não erremos mais. O que importa é aprendermos com nossos erros e continuarmos lutando até a posse.

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Mais essa ...

Mais uma vez o fantasma da suspeita de fraude em concurso público volta a dar as caras e dessa vez justamente no concurso do MPOG que prestei no final de semana.

Segundo o link do jornal Folha de Boa Vista (Roraima) postado no shoutbox por um leitor do blog, concurseiros do estado candidatos para cargos de analista nesse concurso denunciaram vários problemas como início da prova em horário diferente do previsto no edital, suspeita quanto às provas entregues, folhas de resposta não personalizadas e por aí vai.

Pois bem, hoje o CorreioWeb postou uma notícia sobre o caso e a posição da Funrio, banca organizadora do concurso, com a qual entraram em contato. Segundo a banca houve, sim, alguns problemas por lá, mas que não invalidam o concurso.

Bem, agora todos os concurseiros que prestaram esse concurso, eu incluído, terão de amargar a dúvida sobre a anulação ou não do concurso. A resposta só o tempo e a justiça darão, enquanto isso fica somente a dúvida. Mas o que fazer nesse meio tempo? Continuar estudando as matérias do concurso para o caso de uma nova prova? Estudar para o próximo concurso? Esperar para ver o que vira?

Bem, particularmente vou esperar para ver o que vira e enquanto isso estudo para o próximo concurso, o da DERSA, com prova marcada para daqui a três semanas. Hoje recursarei algumas questões da prova, normalmente. Numa hora dessas não adianta tomar decisões precipitadas. Não dá para contar como certa a anulação da prova ou mesmo a não anulação. Enquanto não há uma decisão final em relação ao assunto, o melhor é seguir como se tudo estivesse ok, sem problemas.

Outro ponto que me leva a não desesperar nesse momento é que prestei prova para o cargo de agente, cargo de nível médio, e o problema está acontecendo em relação ao cargo de analista, de nível superior. Acredito que como são provas para cargos diversos e que foram realizadas separadamente em horários diferentes, mesmo se houver anulação da prova para analista, possivelmente não ocorrerá o mesmo com a prova de agente.

Resumo da ópera – Olha, gente, é difícil conter a indignação com a falta de respeito em relação aos concurseiros por parte das bancas de concursos públicos. Estudamos muito, estamos com nossa vida parada por conta de estudar, estudar, estudar, e o mínimo que merecemos é respeito, mas nem isso. Foda, gente, muito foda.

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Charles Dias é o Concurseiro Solitário.

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Sobre a prova do MPOG

Nesse feriado, mais exatamente no domingo, fui um dos concurseiros que foram a luta prestar prova de concurso público, no meu caso para o cargo de Agente Administrativo do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). No mesmo dia houve também prova para o cargo de Oficial de Justiça do TJSP, talvez de algum outro concurso público que não seja do meu conhecimento. O que importa é que eu, juntamente com outras centenas de milhares de concurseiros, deixamos o feriado de lado para testar nossos conhecimentos em busca de um tão sonhado cargo na Administração Pública.

O concurso do qual participei teve como banca organizadora a tão falada ultimamente FUNRIO, uma das bancas do consórcio envolvido no rolo do ENEM. Estou concorrendo a uma das vinte e quatro vagas para a cidade de São Paulo com uma concorrência de 136,59 candidatos por vaga.

Ao longo da semana vou falar melhor de como foi esse concurso, tecerei algumas observações e tal, portanto, hoje farei apenas um relato superficial de como foram as coisas.

Mais uma vez fui mandado para fazer prova em um lugar relativamente contramão, numa faculdade particular na Lapa. Felizmente ir e voltar de lá se revelou mais fácil do que eu imaginava, um ônibus para ir e trem + metrô para voltar. A sala onde fiz prova era muito boa, com carteiras confortáveis e ventiladores de teto ligados, ou seja, não posso reclamar das condições do local de prova, não posso mesmo.

Uma coisa que me irrita em concursos públicos são fiscais de prova desatenciosos, mal educados ou desinformados, pior quando são as três coisas, aí é o inferno na terra. Felizmente, nesse concurso as fiscais de prova, quatro delas, eram todas muito atenciosas, educadas e estava muito bem informadas.

Nunca tinha feito uma prova de concurso organizado pela FUNRIO e pelos comentários que colhi aqui e ali, disseram que a banca costuma pegar pesado em português e cobrar o rigor da letra seca da lei nas matérias de direito. Pois bem, português realmente não estava fácil, apesar de também não ter sido impossível de fazer. Direito não estava difícil, apesar de ter uma pegadinha aqui e ali. O que pegou mesmo, na minha opinião pessoal, foram as questões de legislação específica, no caso a estrutura interna do MPOG. Felizmente tinha lido muito atentamente o material de legislação pouco antes de começar a fazer a prova e isso me salvou a pele.

Resumo da ópera – Esse não foi um concurso fácil, mas também não foi um dos mais difíceis que prestei. Agora é esperar o gabarito preliminar, entrar com os recursos que se fizerem necessários, esperar o gabarito final e a classificação definitiva. É esperar para ver.

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ATENÇÃO - Se você prestou a prova para Oficial de Justiça do TJSP e quiser colaborar escrevendo para o blog um artigo contando como foi a prova, por favor o envie para concurseirosolitario@gmail.com

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Charles Dias é o Concurseiro Solitário.

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